quarta-feira, 27 de maio de 2009

Taxa de Juro de 25%

Acabei de receber chamada telefónica a propor contracção de empréstimo através do cartão de crédito entre 1000 a 3000€, com uma taxa de USURA de 25%, embora numa campanha essa taxa de USURA fosse reduzida para 19,99%.

Como pode o Estado permitir isto?

Campo de trigo - Silves


Campo de trigo em Silves




Jacarandá em flor em Portimão

Subsidios - Presentes envenenados

Muito se fala de subsídios atribuidos pelo Estado, com o Crédito bancário para alimentar a tesouraria das empresas para poderem sobreviver.

Todas as medidas do Estado para 'salvar' as empresas assenta nos Bancos, e os bancos vendem dinheiro, ou seja o Estado empurra as empresas para as mãos dos bancos, que praticam a usura.

Que importa recorrer à banca para alimentar a tesouraria se os lucros decorrentes das vendas serão absorvidos pelos bancos com as suas práticas de usura?
Não se ouve nas notícias de que as taxas euribor descem e os bancos aumentam os spreads para manterem as suas taxas de juro?

Como pode o Estado atribuir subsídios, por exemplo para as energias renováveis e esses subsídios do Estado passarem pela Banca? Afinal quem Governa? O Governo ou a Banca? O dinheiro do Estado é do Estado ou é da Banca?

Porque é que os cidadãos hão-de ser entregues pelo Estado nos braços da Banca?

Enfim, até os projectos agrícolas dos fundos comunitários passam por projectos com intervenção do Banco. Com juros claro!
Que importa empréstimos se um dos problemas é o escoamento da produção? Criar dívidas para salvar as empresas ou explorações agrícolas quando o mercado o escoamento é difícil?
Neste caso recorrer à banca sem escoamento do produto, trata-se dum presente envenenado, pois a empresa estará perdida se recorrer à banca.

Livremo-nos dos usurários.

segunda-feira, 18 de maio de 2009

Epidemia. Uma nova página na Humanidade se se transformar numa pandemia

Epidemia pode ter "efeitos notáveis" na economia diz FMI
por LusaHoje

A epidemia da gripe A H1N1 poderá ter "efeitos notáveis" sobre a economia mundial, considerou hoje um alto responsável do Fundo Monetário internacional (FMI), citado pela agência de imprensa Kyodo.

Os riscos provocados pelo vírus A H1N1 para o crescimento permanecem contudo "difíceis de prever", acrescentou John Lipsky, primeiro adjunto do director executivo do FMI.

Lipsky falou aos jornalistas em Tóquio, numa altura em que os economistas se inquietam com os obstáculos que podem travar a retoma da economia mundial em crise.

Responsáveis de governos e do Banco Mundial já manifestaram os seus receios quanto às repercussões da epidemia da gripe A H1N1 no comércio internacional.

No seu último balanço publicado domingo, a Organização Mundial de Saúde recenseou 8.480 pessoas contaminadas pelo vírus em 39 países e 72 mortes devido à doença.

domingo, 10 de maio de 2009

Discurso da treta

Lá ouvimos o lamentável antigo bispo de Setúbal vir com o discurso da treta dos excluidos acerca do Bairro de Setúbal (Bela Vista). O discurso dos excluidos!!! Serão excluidas estas pessoas ou não serão antes auto-excluidos e mentalizados por outros que são excluidos quando não o são na realidade.
Não têm acesso às mesmas escolas, aos mesmos transportes, aos mesmos trabalhados que todos os "não excluidos"? Então se têm os mesmos direitos e acesso a tudo sem discriminações qual é o problema deles?
Nenhum. O problema são estes intelectualoides que convencem as pessoas que são excluidas e como tal comportam-se como tal.
Eu quando andava a estudar no Politécnico de Setúbal ia muitas vezes almoçar na escola secundária da Bela Vista. Qual é o problema destas pessoas? Nenhum, o problemas é o discurso da treta, que deveria ser: querem melhorar na vida, então têm de trabalhar como todos os outros. Quantas pessoas que vivem fora desses bairros ditos"problematicos" têm vidas bem mais dificeis que essa gente? Quantas? Esses já não têm bispos tristes a "defende-los".
E do que se vê na televisão... veêm-se muitos bons carros e motos.... enfim.... discurso da treta.

Nota de última hora: a própria polícia não se dá ao respeito: "Pelo menos, à partida, podemos considerar que o 'inimigo' não tem grande dimensão e que os que nos agridem são em número residual", disse ao DN um oficial da PSP. "Não é por acaso que não estamos preocupados em fazer detenções. Apenas estamos a identificar os autores, precisamente, para evitar hostilidades", acrescenta - in DN.10.Maio.09

Nota: a polícia e GNR só se impõe aos trabalhadores que circulam na estrada que se faltar um papel, como guia de transporte ou outro, multa e confisca (nacionaliza) as viaturas comerciais. Impõem-se a quem não se pode defender...... enfim. País triste.

domingo, 3 de maio de 2009

Andorinhas saídas do ninho